quarta-feira, 6 de abril de 2011

STF JULGA ADIN DO MAGISTÉRIO

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"VITÓRIA DOS PROFESSORES, O STF JULGA CONSTITUCIONAL A LEI DO PISO E PROIBE A INTEGRALIZAÇÃO DAS GRATIFICAÇÕES PARA FORMAR O PISO ISSO COMPROVA  A SÁBIA ATITUDE  ESTRATÉRGICA DO SISMAL, AGORA  É SÓ EXIGIR O PISO,  PARABÉNS!!!!!"

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/stf-considera-constitucional-a-fixacao-do-piso-salarial-dos-professores-da-rede-publica/1478759/#/Edições/20110406/page/1

Quarta-feira, 06 de abril de 2011

Plenário discute ADI que questiona piso nacional e jornada de trabalho dos professores



O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, neste momento, o mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, ajuizada em outubro de 2008 pelos governadores de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará para contestar dispositivos da Lei nº 11.738/2008, que instituiu o piso nacional e a jornada de trabalho dos professores de ensino básico das escolas públicas brasileiras.

Em dezembro de 2008, ao julgar pedido de liminar formulado na ação, o Plenário já havia concedido a medida parcialmente. Na época, definiu que o termo “piso” a que se refere a lei impugnada, em seu artigo 2º, deve ser entendido como a remuneração mínima a ser recebida pelos professores.

No mesmo julgamento, o Plenário manteve a jornada semanal de 40 horas, mas suspendeu, por maioria de votos, o parágrafo 4º do artigo 2º da lei, que determina o cumprimento de, no máximo, dois terços da carga horária dos professores para desempenho de atividades em sala de aula, enquanto um terço fica resguardado para preparo de aulas, correção de provas e outras atividades suplementares.

Hoje, na primeira parte da sessão plenária, o relator da ADI, ministro Joaquim Barbosa, apresentou seu relatório e, em seguida, foram abertas as sustentações orais contra e a favor dos dispositivos impugnados da Lei 11.738/2008.

Alegações

A tônica da argumentação dos governos estaduais que constestam a lei, na sessão de hoje representados pelos procuradores de Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina, foi a de que houve excesso legislativo, pois a lei impugnada teria violado o princípio federativo, ao invadir área financeira e administrativa, de competência privativa dos governos estaduais, quando fixou a remuneração dos professores estaduais e sua jornada de trabalho, bem como a proporcionalidade de horas a serem dedicadas ao trabalho em sala de aula e fora dela.

O procurador de Santa Catarina, Ezequiel Pires, destacou que seu estado já paga o piso salarial e que sua preocupação principal em relação à lei 11.738 é quanto ao que ela representa em termos de violação do pacto federativo por parte da União, com a colaboração do Congresso Nacional.

“Não somos divisão administrativa do governo federal”, afirmou, observando que estados e municípios têm autonomia administrativa, e que esta deve ser observada. Segundo ele, “federação” significa aliança, pacto, com divisão de poderes e atribuições, mas, no entender dele, a União vem, gradativamente, sufocando estados e municípios com novas propostas legislativas.

Ele disse que, com os gastos decorrentes da Lei 11.738, muitos estados e municípios correm o risco de ultrapassar o limite de gastos com pessoal fixado pela Constituição, inclusive com a possibilidade de violar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Defensores

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, e os advogados de entidades de classe dos trabalhadores em educação defenderam a integralidade da lei.



Diversos deles citaram a posição vergonhosa do Brasil, em termos de educação mundial (88º lugar entre 127 países, segundo a UNESCO, e 53º entre 65 países, segundo a OCDE) e observaram que a Lei 11.738 vem na sequência de diversos atos federais destinados a melhorar o ensino e valorizar o magistério, conforme previsão contida na no artigo 206 da Constituição Federal (CF).

Prevê esse dispositivo que o ensino será ministrado com base nos princípios da igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais e, por fim, a valorização dos professores, planos de carreira para o magistério e piso salarial profissional, além de ingresso no ensino público por meio de concurso.

O advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Roberto de Figueiredo Caldas, lembrou que a lei 11.738 foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional, não tendo havido nenhum voto contra.

O advogado-geral da União informou que em 2009 apenas 29 municípios pediram suplementação da União para pagar o piso e, em 2010, foram 40. E o advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de ensino informou que, para 2011, já há uma previsão orçamentária da União de R$ 800 milhões destinada a esta suplementação.

Ele destacou a necessidade de a lei ser mantida em sua integridade, lembrando que, hoje, está cada dia mais difícil preencher vagas de professor, diante do desestímulo gradual a que a categoria foi submetida.

Segundo ele, o Brasil é, hoje, um dos países que pior remuneram seus professores. Citando uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas, ele disse que, diante disso e das más condições de trabalho dos professores, é cada vez menor o número, entre os melhores alunos do ensino fundamental e médio, que escolhem a magistratura. E esta, segundo ele, é uma inversão de valores, porque, nos países desenvolvidos ocorre o contrário: os melhores alunos vão para o magistério.

Última a se manifestar, a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, lembrou que a lei é de 2008 e previu adaptação gradual. Portanto, três anos depois, os estados não têm mais o direito de reclamar problemas orçamentários, pois tiveram tempo para se adaptar. Além disso, a própria lei prevê que a União subsidiará aqueles estados e municípios que não tiverem condições de pagar o piso salarial nacional dos professores.

FK/CG

Processos relacionados

quinta-feira, 31 de março de 2011

16 ANOS - SISMAL

Parabéns pra você SISMAL!


Bom e com grande alegria que completamos 16 anos de nossa fundação, são 16 anos representando os Servidores municipais de Abreu e Lima.

Não tivemos um caminho tranqüilo, claro que não, fomos perseguidos e as vezes humilhados por um gestor corrupto e ditador, que os tribunais resolvam os casos dele, temos agora uma gestão que nos reconhece e nos respeita, gestão esta que trouxe o dialogo de volta, quem diria trata-se do sobrinho de nosso opressor, Prefeito Flavio, você está reestabelecendo o orgulho dos Servidores Municipais de Abreu e Lima, e merece também o nosso parabéns, mas não se esqueça de terminar o que começou, o nosso PCCV está quase implantado, faltando apenas os servidores que encontram-se com 2 anos sem reajuste salarial, e os professores ainda aguardam a implantação do piso nacional, estamos com uma diretoria recém eleita, com caras novas e um novo perfil, mais profissional e buscando sempre o melhor para o servidor, a todos os servidores o nosso parabéns por sua participação e união.

SISMAL 16 ANOS - FAZENDO A NOSSA PARTE!




A Diretoria
SISMAL

terça-feira, 29 de março de 2011

Suspensão de nomeações 'congela' 2.875 vagas em concursos federais

Governo federal oficializou suspensão de nomeações e novos concursos; G1 fez novo levantamento entre concursos em andamento e já concluídos


Da Redação do G1
Aprovados em concursos federais para ao menos 2.875 vagas terão de esperar autorização do Ministério do Planejamento para tomarem posse. Além disso, pelo menos dois concursos federais que haviam sido autorizados pela pasta estão suspensos: da Empresa Brasil de Comunicação e da Fundação Biblioteca Nacional, ligada ao Ministério da Cultura.

Portaria da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, publicada no "Diário Oficial da União" de segunda-feira (28) suspende, por "tempo indeterminado", os efeitos de publicações anteriores que autorizavam a realização para novos concursos públicos e, também, para o provimento (preenchimento) de cargos públicos no âmbito da administração pública, em autarquias e fundações.

O governo informou que realiza levantamento de quantos concursos foram autorizados, mas que ainda não foram realizados. Nesses casos todos estão suspensos.

Os concursos com edital já publicado, em fase de provas ou cursos de formação, terão prosseguimento, mas as nomeações serão analisadas “com lupa” pela ministra Miriam Belchior. De acordo com o Ministério do Planejamento, o concurso não será suspenso, a validade dele continua e a pessoa pode ser chamada dentro desse prazo, que pode ser de até dois anos, prorrogável por igual período.

Já as nomeações que já foram publicadas no "Diário Oficial da União" até esta segunda-feira (28) estão garantidas, além da realização de contratação por tempo determinado para atender à "necessidade temporária de excepcional interesse público", informou o Planejamento.

A medida faz parte da contenção de gastos públicos, tendo em vista o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano. No fim do mês passado, ao detalhar o bloqueio de gastos, a secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Celia Correa, já havia dito que não aconteceria "nenhum concurso público neste ano". "A não ser que tenha uma emergência. Até mesmo aqueles que já tinham sido realizados e que não tinham o curso de formação concluído não vão sair", acrescentou ela na ocasião.

O G1 refez o levantamento, publicado no dia 15 de fevereiro, dos concursos realizados a partir de 2009, que estão em fase de provas e divulgação de resultados e dos que já definiram os aprovados e dependem do Planejamento para dar posse.

Entre os concursos federais que já realizaram provas, mas ainda não divulgaram os aprovados, há ao menos 1.190 vagas em jogo. Esses concursos também são para áreas que precisam de aval do Planejamento para nomear os classificados, mas o prazo de validade deles só será contado a partir da divulgação do resultado final, a chamada homologação.

Já entre os concursos que tiveram o resultado final publicado (homologados) são 1.685 vagas aguardando autorização para nomeação.

Veja ainda no levantamento abaixo os concursos abertos a partir de 2009 e que, segundo os órgãos, já deram posse a todos os aprovados, mas estão na validade. Ou seja, se houver desistência, a instituição ainda pode chamar candidatos que participaram daquela seleção.

Dos concursos relacionados, a média de validade é de 1 ano e 6 meses. Entre os que aguardam para nomear e estão perto de expirar estão os da Receita Federal de 2009, para auditor e analista. Já foram chamados 1.061 aprovados, mas o órgão ainda espera aval do Planejamento para os 89 que faltam. Os dois concursos valem por seis meses e já foram prorrogados uma vez, como previsto no edital. Perderão a validade em junho próximo.

O próprio Planejamento tem uma seleção também válida por seis meses. A assessoria informa que os aprovados já estão fazendo curso de formação. Durante o anúncio do corte de gastos, a ministra Miriam Belchior sinalizou que aprovados em fase de treinamento serão nomeados: "não é possível segurar esse tipo de coisa, mas novas contratações vão ser olhadas com lupa".

Independentes
Estão fora dessa lista os concursos federais que não precisam do aval do Planejamento para serem realizados por terem orçamento próprio. É o caso do Banco do Brasil, Correios, Petrobras e Infraero, que têm seleções em andamento.

O Planejamento diz ainda que não interfere nos poderes Legislativo e Judiciário em relação à contratação de pessoal, portanto, concursos para Senado, Câmara, tribunais, ministérios públicos, defensorias e procuradorias não são afetados pelo corte. No caso do Senado, a decisão de adiar o concurso previsto para este ano foi tomada pela própria Casa. Os cargos militares das Forças Armadas também estão fora do contingenciamento – ficam sujeitos às restrições somente os cargos civis, como é o caso do concurso de tecnologia militar do Exército.

terça-feira, 22 de março de 2011

VERGONHA!

NÃO TEM MAIS ESSA QUE NÃO PODEMOS SER REAJUSTADOS, QUE A PREFEITURA NÃO COMPORTA.


DE ACORDO COM O SIAFI

http://www.contaspublicas.caixa.gov.br/sistncon_internet/consultaDeclaracoes.do?acao=imprimir&numeroDeclaracao=303999


AQUI VOCÊS  VERÃO QUE PODEMOS SIM TER REAJUSTES, PODEMOS SIM TER O NOSSO DIREITO A UMA REMUNERAÇÃO JUSTA.
NÃO É SÓ O PROFESSOR QUE TEM VERBA PRÓPRIA, SEGUNDO ESTES DADOS INFORMADOS PELA GESTÃO, TEMOS UMA FOLGA CONSIDERÁVEL, PODENDO ASSIM NEGOCIAR AS PERDAS E A ATUALIZAÇÃO DA MATRIZ. 


SERVIDOR LEVANTE DE SUA CADEIRA E EXERÇA O SEU DIREITO, MOSTRE A GESTÃO QUE VOCÊ ESTA DISPOSTO A LUTAR SE FOR PRECISO.


SISMAL
ESTAMOS FAZENDO A DIFERENÇA!

SISMAL SAÚDE SANTA CLARA

COMPANHEIROS!

SEGUE A TABELA DO SISMAL SAÚDE SANTA CLARA.

PLANTÃO NA SEDE DO SISMAL.
VISITAS AOS POSTOS DE TRABALHO EM BREVE.



XEROX DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA INGRESSO NO PLANO:

RG. ( TITULAR E DEPENDENTES)
CPF. ( TITULAR E DEPENDENTES)
COMPROVANTE DE ENDEREÇO. (TITULAR)

Assembleia 21 de maço de 2011 - Professores

O comparecimento foi bom! 
Poderia e deveria ter sido melhor!


ESTAMOS INICIANDO UM NOVO MOMENTO NA DIVULGAÇÃO DO SISMAL TODAS AS ASSEMBLEIAS SERÃO POSTADAS EM NOSSO BLOG PARA QUE TODOS OS SERVIDORES TENHAM ACESSO, MESMO AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM PELA LUTA E SE ESCONDEM POR CONTA DE SUAS GRATIFICAÇÕES OU MESMO POR MEDO DE REPRESÁLIAS.








































COMENTEM ENVIEM O LINK PARA OS OUTROS SERVIDORES.

Assembleia 18 de março de 2011 - Servidores - ACS - Endemias

O comparecimento foi bom! 
Poderia e deveria ter sido melhor!

ESTAMOS INICIANDO UM NOVO MOMENTO NA DIVULGAÇÃO DO SISMAL TODAS AS ASSEMBLEIAS SERÃO POSTADAS EM NOSSO BLOG PARA QUE TODOS OS SERVIDORES TENHAM ACESSO, MESMO AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM PELA LUTA E SE ESCONDEM POR CONTA DE SUAS GRATIFICAÇÕES OU MESMO POR MEDO DE REPRESÁLIAS.










































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