sexta-feira, 7 de março de 2014

8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras 
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.



ATENÇÃO PROFESSORES


sábado, 22 de fevereiro de 2014

CONCURSO DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL


Edital para Agente Administrativo PRF em março
19/02/2014
Aproxima-se a data do lançamento do edital para o concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que oferecerá 216 vagas para o cargo de Agente Administrativo. O edital está previsto para ser lançado em março e as provas para serem aplicadas em maio. O prazo para a publicação do edital vai até o dia 30 de junho, mas devido à intenção de órgão de nomear os aprovados ainda este ano, os preparativos da seleção estão sendo conduzidos de forma que o resultado final possa ser homologado até junho. De acordo com a legislação eleitoral, para que as nomeações possam ser feitas ainda este ano, a homologação deve ocorrer até 5 de julho.

A oportunidade será aberta a todos aqueles que possuem nível médio completo. Os futuros servidores estarão sob o regime estatutário, ou seja, com direito a estabilidade. A remuneração inicial do cargo é de R$ 3.689,77, já inclusos R$ 373 de auxílio-alimentação.

O próximo passo é definir a banca organizadora do certame. A distribuição das vagas pelas localidades dependerá do resultado do levantamento e remoção, sendo que a demanda será proporcional à demanda de cada estado. Desse modo, é esperado um grande contingente de vagas para o estado do Rio de Janeiro, que conta atualmente com a maior parcela dos cerca de 550 integrantes da carreira administrativa do departamento (são mais de 100 no estado do Rio).


O concurso contará com as etapas da prova objetiva e a investigação social e/ou funcional. O programa que será cobrando ainda não está definido. Porém, na seleção de 2012 o concurso contou com provas de Língua Portuguesa, Ética e Conduta Pública, legislação Relativa à PRF e Noções de Informática, Matemática, Estatística, Direito Constitucional e Direito Administrativo.
Edital para Agente Administrativo PRF em março
19/02/2014
Aproxima-se a data do lançamento do edital para o concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que oferecerá 216 vagas para o cargo de Agente Administrativo. O edital está previsto para ser lançado em março e as provas para serem aplicadas em maio. O prazo para a publicação do edital vai até o dia 30 de junho, mas devido à intenção de órgão de nomear os aprovados ainda este ano, os preparativos da seleção estão sendo conduzidos de forma que o resultado final possa ser homologado até junho. De acordo com a legislação eleitoral, para que as nomeações possam ser feitas ainda este ano, a homologação deve ocorrer até 5 de julho.

A oportunidade será aberta a todos aqueles que possuem nível médio completo. Os futuros servidores estarão sob o regime estatutário, ou seja, com direito a estabilidade. A remuneração inicial do cargo é de R$ 3.689,77, já inclusos R$ 373 de auxílio-alimentação.

O próximo passo é definir a banca organizadora do certame. A distribuição das vagas pelas localidades dependerá do resultado do levantamento e remoção, sendo que a demanda será proporcional à demanda de cada estado. Desse modo, é esperado um grande contingente de vagas para o estado do Rio de Janeiro, que conta atualmente com a maior parcela dos cerca de 550 integrantes da carreira administrativa do departamento (são mais de 100 no estado do Rio).

O concurso contará com as etapas da prova objetiva e a investigação social e/ou funcional. O programa que será cobrando ainda não está definido. Porém, na seleção de 2012 o concurso contou com provas de Língua Portuguesa, Ética e Conduta Pública, legislação Relativa à PRF e Noções de Informática, Matemática, Estatística, Direito Constitucional e Direito Administrativo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

ENCONTRO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA FETAMPE


O Sismal esta sendo representado pela Presidente Rosângela Silva e o Diretor Financeiro Paulo Freitas No Encontro de Planejamento Estratégico da FETAMPE Federação dos Trabalhadores (as) Municipais de Pernambuco . — em Hotel Asa Branca - Belo Jardim-Pernambuco. de 18 à 20 de Fevereiro de 2014
FotoFoto

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

MULHER LÍDER SINDICAL E SEU FILHO FORAM VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


LAMENTAMOS A GRANDE PERDA DA COMPANHEIRA SINDICALISTA DO SIMPERE E PROFESSORA SANDRA LÚCIA FERNANDES E DE SEU FILHO ICAUÃ.
SANDRA É MAIS UMA VÍTIMA DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E DA TRUCULÊNCIA DE UM MACHISTA. NESTE DOMINGO, 16 DE FEVEREIRO, A COMPANHEIRA FOI ASSASSINADA PELO SEU NAMORADO QUE TAMBÉM VITIMOU SEU FILHO. NÓS DO SISMAL ESPERAMOS JUSTIÇA. PENA MÁXIMA PARA ESTE ASSASSINO.

" NÃO HÁ PERDA MAIOR DO QUE AFASTARMOS DE DEUS, NEM MAIOR GANHO DO QUE VOLTARMOS PRA ELE"

COMISSÃO APROVA PUNIÇÃO PARA ALUNO QUE DESRESPEITAR PROFESSOR

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou na quarta-feira (28) proposta que prevê punição para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.
Pelo Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, será encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta das escolas como responsabilidade e dever da criança e do adolescente estudante.
O relator, deputado Mandetta (DEM-MS), destacou que a violência contra professores do ensino médio e do fundamental é uma das causas da falta de qualidade da educação brasileira. “Professores com medo de sofrer violência ou represálias verbais e físicas, principalmente por parte de alunos, somado à falta de punição administrativa e/ou judicial dos estudantes indisciplinados ou violentos somente corroboram a existência de sérios problemas educacionais”, afirmou.
O parlamentar disse ainda que um estatuto que assegura apenas direitos, sem determinar deveres, desrespeita uma das regras básicas da educação, que é o respeito aos direitos dos outros. “É fato que há uma crescente violência contra professores e diretores em sala de aula, que não vem sendo coibida adequadamente pelas normas hoje em vigor. Cremos que o sistema de proteção integral determinado pela Constituição Federal às crianças e adolescentes também passa por imposição e cumprimento de deveres”, concluiu.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

AGENDA SISMAL 2014


Esta semana, foram entregues as agendas Sismal 2014 aos filiados dos seguintes setores: Engenho Novo, Prefeitura, Secretarias de Administração, Obras e Desenvolvimento, nas Escolas Antão Soares Viana, Auta de Araújo Jorge Carvalho, Antônio Correia de Melo, Carlos Patrício de Lima, Dom Carlos Coelho, Jorge Gonçalves Ferreira de Carvalho, Manoel Gonçalves da Silva, Maria Vieira Muliterno, Professor José Francisco Barros, Rosa Pereira da Cruz, Sebastião Gomes de Melo e Eduardo Batista.
Retornaremos com as entregas nos demais Setores na Segunda-Feira, 17 de Fevereiro de 2014.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

CONCURSOS ABERTOS

PERNAMBUCO  Inscrição até
ALEPE - Assembleia Legislativa do Estado

PE100 vagas até R$ 11.315,33
Agentes e Analistas Legislativo
Médio / Superior
24/02/2014
Prefeitura de Cachoeirinha

PE78 vagas até R$ 5500,00
Vários Cargos
Fundamental / Médio / Superior
27/02/2014
Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes

PE100 vagas até R$ 1300,16
Guarda Municipal
Ensino Médio
20/02 a
08/04/2014
Secretaria da Criança e da Juventude

PE36 vagas até R$ 3000,00
Vários Cargos
Técnico / Superior
14/02/2014
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco

PE39 vagas até R$ 8049,77
Professores
Superior
05/03/2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

INAUGURAÇÃO DA ESCOLA VALDECI DAMAZIO

Sismal Sindicato dos Servidores Municipais de Abreu e Lima PE ESTEVE PRESENTE NA NOITE DE ONTEM 03 DE FEVEREIRO DE 2014, AO EVENTO DE INAUGURAÇÃO DA ESCOLA VALDECI DAMAZIO. SITUADA NA AVENIDA D BAIRRO DE CAETÉS I ABREU E LIMA.
                                                                                                              
                                                 

                                                                                                             

                                                                                                                                                                                                                              
                                                                                      

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

HISTÓRIA DA COLONIZAÇÃO DO BRASIL


Foto: 31 DE JANEIRO, DIA DA COLONIZAÇÃO DO BRASIL

Descobrimento e Colonização (1500 – 1808)
Em março de 1500, o navegador português Pedro Álvares Cabral, supostamente perdido no caminho para as Índias Orientais, avistou terra. O Brasil então foi descoberto no dia 22 de abril, e Cabral aportou próximo do que hoje é a cidade de Porto Seguro, na Bahia. O escriba Pero Vaz de Caminha narrou a chegada às terras brasileiras em uma carta. Descreveu o encontro com cerca de 20 homens, castanhos de pele, todos nus, carregando arcos e flechas nas mãos. Estima-se que nossa população indígena nesta época era de aproximadamente oito milhões de pessoas.

Desde a descoberta até a colonização do Brasil, muitos anos se passaram. As três primeiras décadas pós-descoberta foram destinadas principalmente à exploração do pau-brasil, cuja madeira era utilizada para a extração de um pigmento de tinturaria. Foi essa árvore que deu origem ao nome Brasil. Eram os indígenas que forneciam a mão-de-obra para derrubar, descascar e transportar os troncos.

Somente em 1531 os primeiros colonos portugueses chegaram ao território. O rei de Portugal anunciou o povoamento do Brasil por meio da criação das capitanias hereditárias. A área foi dividida em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donatários.
O rei praticamente abria mão de sua soberania e conferia aos donatários grandes poderes. Cabia a eles a responsabilidade de povoar e desenvolver a terra às próprias custas. Mas, devido ao tamanho da obrigação e à falta de recursos, a maioria fracassou. No final, das 14 capitanias, apenas Pernambuco teve êxito, além do sucesso temporário de São Vicente. As demais capitanias acabaram, e alguns dos donatários não só perderam seus bens como também a própria vida. Fracassado o projeto, em 1549 a Coroa portuguesa fez a segunda tentativa para controlar o território. Criou o I Governo Geral, nomeando Tomé de Souza governador, e transformou Salvador na primeira capital brasileira.

Desde o início da colonização e durante os séculos seguintes existiram grandes conflitos entre os portugueses, os indígenas e seu modo de vida. Tomé de Souza se aliou aos tupis e declarou guerra às outras etnias, escravizando os vencidos. Foi uma luta cultural e territorial. Os aventureiros bandeirantes que exploravam o interior do Brasil venceram muitos índios, e tribos inteiras foram mortas. Aqueles que escaparam inúmeras vezes acabaram atingidos por doenças provenientes da Europa, às quais não tinham resistência natural. Outros trabalharam até a morte. Já os jesuítas tinham como missão proteger fisicamente os índios dos bandeirantes, mas foram responsáveis pela destruição cultural deste povo, desrespeitando suas tradições. Criaram as chamadas missões, onde catequizavam os índios com a religião europeia e proibiam seus costumes naturais.

Duarte da Costa foi o segundo governador-geral do Brasil e consolidou o projeto de colonização, introduzindo a produção do açúcar. O produto era cobiçado por todo mercado europeu e utilizado para fins medicinais e alimentícios. No entanto, com o crescimento das plantações de cana de açúcar, o tráfico de escravos se acentuou.
Os escravos foram trazidos principalmente da África, de regiões da Angola, Moçambique, Sudão e Congo. Eram obrigados a trabalhar muitas horas por dia, não tinham boas condições de habitação e sofriam com doenças e exploração sexual. As relações sexuais entre mestres e escravos eram comuns, surgindo, assim, uma grande população mestiça. Com o tempo, muitos escravos fugiram para formar quilombos, essas comunidades de escravos rapidamente se espalharam por todo o campo. A mais famosa foi a República de Palmares, que sobreviveu por boa parte do século XVII e tornou-se o lar de cerca de 20 mil pessoas.

As riquezas naturais do Brasil atraíram também os holandeses, franceses e ingleses. Em 1555 colonos franceses desembarcaram em uma pequena ilha no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, e tentaram incorporar partes de terra a seus domínios. Alguns anos mais tarde, Mem de Sá, terceiro governador-geral, expulsou os franceses, que tinham ocupado o Maranhão e o Rio de Janeiro.

A anexação da Coroa portuguesa à espanhola, chamada União Ibérica, trouxe grandes prejuízos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, transformou-se em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro. Os holandeses tinham como objetivo tomar o Nordeste. Conquistaram Salvador em 1624, mas logo foram expulsos. Fundaram a Companhia das Índias Ocidentais e promoveram novos ataques e ocupações. Em 1630 conquistaram Olinda e Recife, que se tornou a capital da Nova Holanda. Então, os portugueses iniciaram uma guerra, retomaram Recife e, em 1661, os holandeses abriram mão de sua colônia no Brasil.

Novamente com todo o território sob seu controle, Portugal fez do Brasil um vice-reino e deu início à exploração do interior. Os bandeirantes que começaram como caçadores de escravos descobriram grandes minas de ouro em Minas Gerais em 1693, e de diamantes em 1721.

O ouro provocou uma enorme mudança no Brasil. Estima-se que um terço dos dois milhões de escravos trazidos para o território no século XVIII foi enviado a garimpos. Os recém-chegados se juntaram a uma população de colonos que também migrou para as jazidas. O Brasil do início deste século virou o maior produtor de ouro do mundo, riqueza que ajudou a construir cidades históricas como Ouro Preto, em Minas Gerais. Porém, o auge do ouro não durou muito. Em 1750 as regiões mineiras estavam em declínio, e começou o regresso da população à costa brasileira. Muitos dos caçadores de ouro foram então para o Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri com o objetivo de solucionar os conflitos nas “fronteiras de guerra” com o mundo hispânico. Devido ao tratado, a Coroa portuguesa entregou à espanhola as terras da margem ocidental do Rio da Prata e recebeu em troca a região Amazônica, além de Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul.

Para reestruturar a colônia, Marques de Pombal, secretário de Estado do reino, priorizou algumas ações para a centralização do poder. Promoveu a urbanização e o controle das fronteiras, estimulou a agricultura e, em 1762, transferiu a capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, o que proporcionava um maior controle das rotas comerciais. Mas em 1785 a então rainha de Portugal, D. Maria, afastou Pombal e proibiu qualquer tipo de indústria no Brasil.

Assim, em 1789 começaram a crescer os apelos pela Independência do Brasil. Tiradentes e outros 11 conspiradores indignados criaram a Inconfidência Mineira. Todos os 12 foram presos, e Tiradentes foi enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro em 1792. Sua cabeça ficou exposta em Ouro Preto e sua casa foi destruída. Tornou-se um símbolo nacional de resistência e, mais tarde, teve um museu construído em sua homenagem em Ouro Preto.
Descobrimento e Colonização (1500 – 1808)
Em março de 1500, o navegador português Pedro Álvares Cabral, supostamente perdido no caminho para as Índias Orientais, avistou terra. O Brasil então foidescoberto no dia 22 de abril, e Cabral aportou próximo do que hoje é a cidade de Porto Seguro, na Bahia. O escriba Pero Vaz de Caminha narrou a chegada às terras brasileiras em uma carta. Descreveu o encontro com cerca de 20 homens, castanhos de pele, todos nus, carregando arcos e flechas nas mãos. Estima-se que nossa população indígena nesta época era de aproximadamente oito milhões de pessoas.

Desde a descoberta até a colonização do Brasil, muitos anos se passaram. As três primeiras décadas pós-descoberta foram destinadas principalmente à exploração do pau-brasil, cuja madeira era utilizada para a extração de um pigmento de tinturaria. Foi essa árvore que deu origem ao nome Brasil. Eram os indígenas que forneciam a mão-de-obra para derrubar, descascar e transportar os troncos.

Somente em 1531 os primeiros colonos portugueses chegaram ao território. O rei de Portugal anunciou o povoamento do Brasil por meio da criação das capitanias hereditárias. A área foi dividida em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donatários.
O rei praticamente abria mão de sua soberania e conferia aos donatários grandes poderes. Cabia a eles a responsabilidade de povoar e desenvolver a terra às próprias custas. Mas, devido ao tamanho da obrigação e à falta de recursos, a maioria fracassou. No final, das 14 capitanias, apenas Pernambuco teve êxito, além do sucesso temporário de São Vicente. As demais capitanias acabaram, e alguns dos donatários não só perderam seus bens como também a própria vida. Fracassado o projeto, em 1549 a Coroa portuguesa fez a segunda tentativa para controlar o território. Criou o I Governo Geral, nomeando Tomé de Souza governador, e transformou Salvador na primeira capital brasileira.

Desde o início da colonização e durante os séculos seguintes existiram grandes conflitos entre os portugueses, os indígenas e seu modo de vida. Tomé de Souza se aliou aos tupis e declarou guerra às outras etnias, escravizando os vencidos. Foi uma luta cultural e territorial. Os aventureiros bandeirantes que exploravam o interior do Brasil venceram muitos índios, e tribos inteiras foram mortas. Aqueles que escaparam inúmeras vezes acabaram atingidos por doenças provenientes da Europa, às quais não tinham resistência natural. Outros trabalharam até a morte. Já os jesuítas tinham como missão proteger fisicamente os índios dos bandeirantes, mas foram responsáveis pela destruição cultural deste povo, desrespeitando suas tradições. Criaram as chamadas missões, onde catequizavam os índios com a religião europeia e proibiam seus costumes naturais.

Duarte da Costa foi o segundo governador-geral do Brasil e consolidou o projeto de colonização, introduzindo a produção do açúcar. O produto era cobiçado por todo mercado europeu e utilizado para fins medicinais e alimentícios. No entanto, com o crescimento das plantações de cana de açúcar, o tráfico de escravos se acentuou.
Os escravos foram trazidos principalmente da África, de regiões da Angola, Moçambique, Sudão e Congo. Eram obrigados a trabalhar muitas horas por dia, não tinham boas condições de habitação e sofriam com doenças e exploração sexual. As relações sexuais entre mestres e escravos eram comuns, surgindo, assim, uma grande população mestiça. Com o tempo, muitos escravos fugiram para formar quilombos, essas comunidades de escravos rapidamente se espalharam por todo o campo. A mais famosa foi a República de Palmares, que sobreviveu por boa parte do século XVII e tornou-se o lar de cerca de 20 mil pessoas.

As riquezas naturais do Brasil atraíram também os holandeses, franceses e ingleses. Em 1555 colonos franceses desembarcaram em uma pequena ilha no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, e tentaram incorporar partes de terra a seus domínios. Alguns anos mais tarde, Mem de Sá, terceiro governador-geral, expulsou os franceses, que tinham ocupado o Maranhão e o Rio de Janeiro.

A anexação da Coroa portuguesa à espanhola, chamada União Ibérica, trouxe grandes prejuízos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, transformou-se em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro. Os holandeses tinham como objetivo tomar o Nordeste. Conquistaram Salvador em 1624, mas logo foram expulsos. Fundaram a Companhia das Índias Ocidentais e promoveram novos ataques e ocupações. Em 1630 conquistaram Olinda e Recife, que se tornou a capital da Nova Holanda. Então, os portugueses iniciaram uma guerra, retomaram Recife e, em 1661, os holandeses abriram mão de sua colônia no Brasil.

Novamente com todo o território sob seu controle, Portugal fez do Brasil um vice-reino e deu início à exploração do interior. Os bandeirantes que começaram como caçadores de escravos descobriram grandes minas de ouro em Minas Gerais em 1693, e de diamantes em 1721.

O ouro provocou uma enorme mudança no Brasil. Estima-se que um terço dos dois milhões de escravos trazidos para o território no século XVIII foi enviado a garimpos. Os recém-chegados se juntaram a uma população de colonos que também migrou para as jazidas. O Brasil do início deste século virou o maior produtor de ouro do mundo, riqueza que ajudou a construir cidades históricas como Ouro Preto, em Minas Gerais. Porém, o auge do ouro não durou muito. Em 1750 as regiões mineiras estavam em declínio, e começou o regresso da população à costa brasileira. Muitos dos caçadores de ouro foram então para o Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri com o objetivo de solucionar os conflitos nas “fronteiras de guerra” com o mundo hispânico. Devido ao tratado, a Coroa portuguesa entregou à espanhola as terras da margem ocidental do Rio da Prata e recebeu em troca a região Amazônica, além de Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul.

Para reestruturar a colônia, Marques de Pombal, secretário de Estado do reino, priorizou algumas ações para a centralização do poder. Promoveu a urbanização e o controle das fronteiras, estimulou a agricultura e, em 1762, transferiu a capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, o que proporcionava um maior controle das rotas comerciais. Mas em 1785 a então rainha de Portugal, D. Maria, afastou Pombal e proibiu qualquer tipo de indústria no Brasil.

Assim, em 1789 começaram a crescer os apelos pela Independência do Brasil. Tiradentes e outros 11 conspiradores indignados criaram a Inconfidência Mineira. Todos os 12 foram presos, e Tiradentes foi enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro em 1792. Sua cabeça ficou exposta em Ouro Preto e sua casa foi destruída. Tornou-se um símbolo nacional de resistência e, mais tarde, teve um museu construído em sua homenagem em Ouro Preto.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CIDADÃO, FAÇA SUA PARTE


Foto: Cartilha da Câmara facilita acesso à informação pelo cidadão

Agência Câmara

Fiscalizar o uso dos recursos públicos na cidade, no estado ou mesmo em nível nacional pode parecer, em princípio, tarefa espinhosa. Mas uma cartilha recém-lançada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados pretende facilitar o acesso à informação pelo cidadão.

A publicação, intitulada “Cartilha de Fiscalização Financeira e Controle: um Manual de Exercício da Cidadania”, indica, por exemplo, quais são os possíveis sinais de má utilização do dinheiro público, como: o enriquecimento muito rápido de gestores públicos; a queda repentina da qualidade de serviços de saúde, educação ou coleta de lixo; e as licitações públicas vencidas sempre pelas mesmas empresas. 
A cartilha orienta, ainda, que as irregularidades mais comuns na execução de obras, na compra de materiais e na contratação de serviços são: sobrepreço, superfaturamento, notas emitidas por empresas fantasmas, descumprimento de convênios e licitação dirigida.

Sites sobre transparência
A publicação lista os endereços na internet onde buscar informações sobre contratos, convênios e transferências da União para estados e municípios. E lembra que, pela Lei de Acesso à Informação (12.527/11), todo órgão público é obrigado a prestar informações a qualquer pessoa interessada. O servidor público que não prestar, sem justificativa, os dados solicitados poderá sofrer sanções administrativas e até ser processado por improbidade.

O presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, deputado Edinho Bez (PMDB-SC), destaca que a publicação também mostra aos cidadãos os caminhos para denunciar irregularidades no uso do dinheiro público.

As denúncias podem ser feitas tanto aos tribunais de conta dos estados ou da União quanto ao Ministério Público, à Controladoria-Geral da União (CGU), aos ministérios, aos legislativos locais ou à própria Câmara dos Deputados. "Se o cidadão está desamparado, não sabe a quem recorrer. Se no seu município ele não encontrar espaço para isso, envia uma correspondência para a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que ele vai ter uma resposta."

Formalização de denúncias
O manual traz modelos de documentos que podem ser usados para formalizar denúncias a diferentes órgãos públicos. A cartilha está disponível na página eletrônica da comissão, no portal da Câmara, www.camara.leg.br.

CURTA A NOSSA FAN PAGE!!!!
https://www.facebook.com/movimentopaulistadeverdade

Cartilha da Câmara facilita acesso à informação pelo cidadão Agência Câmara Fiscalizar o uso dos recursos públicos na cidade, no estado ou mesmo em nível nacional pode parecer, em princípio, tarefa espinhosa. Mas uma cartilha recém-lançada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados pretende facilitar o acesso à informação pelo cidadão. A publicação, intitulada “Cartilha de Fiscalização Financeira e Controle: um Manual de Exercício da Cidadania”, indica, por exemplo, quais são os possíveis sinais de má utilização do dinheiro público, como: o enriquecimento muito rápido de gestores públicos; a queda repentina da qualidade de serviços de saúde, educação ou coleta de lixo; e as licitações públicas vencidas sempre pelas mesmas empresas. A cartilha orienta, ainda, que as irregularidades mais comuns na execução de obras, na compra de materiais e na contratação de serviços são: sobrepreço, superfaturamento, notas emitidas por empresas fantasmas, descumprimento de convênios e licitação dirigida. Sites sobre transparência A publicação lista os endereços na internet onde buscar informações sobre contratos, convênios e transferências da União para estados e municípios. E lembra que, pela Lei de Acesso à Informação (12.527/11), todo órgão público é obrigado a prestar informações a qualquer pessoa interessada. O servidor público que não prestar, sem justificativa, os dados solicitados poderá sofrer sanções administrativas e até ser processado por improbidade. O presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, deputado Edinho Bez (PMDB-SC), destaca que a publicação também mostra aos cidadãos os caminhos para denunciar irregularidades no uso do dinheiro público. As denúncias podem ser feitas tanto aos tribunais de conta dos estados ou da União quanto ao Ministério Público, à Controladoria-Geral da União (CGU), aos ministérios, aos legislativos locais ou à própria Câmara dos Deputados. "Se o cidadão está desamparado, não sabe a quem recorrer. Se no seu município ele não encontrar espaço para isso, envia uma correspondência para a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que ele vai ter uma resposta." Formalização de denúncias O manual traz modelos de documentos que podem ser usados para formalizar denúncias a diferentes órgãos públicos. A cartilha está disponível na página eletrônica da comissão, no portal da Câmara, www.camara.leg.br. CURTA A NOSSA FAN PAGE!!!!https://www.facebook.com/movimentopaulistadeverdade

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

21 DE JANEIRO DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


Segundo a Constituição brasileira, no Art. 5º, inciso VI - É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias ,e a aceitação dos diferentes tipos de religião existente no mundo e na sociedade.

O Código Penal Brasileiro, Art. 208 afirma: Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência

sábado, 18 de janeiro de 2014

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO 2014

JANEIRO-22
FEVEREIRO – 21
MARÇO – 21
ABRIL – 23
MAIO – 21
JUNHO– 20
JULHO – 23
AGOSTO – 22
SETEMBRO – 24
OUTUBRO– 22
NOVEMBRO – 21
13º - 10 DEZEMBRO
DEZEMBRO - 19

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

CONVITE

AOS AMIGOS E ADMIRADORES DO Sismal Sindicato dos Servidores Municipais de Abreu e Lima PE, É COM MUITA SATISFAÇÃO, QUE TEMOS A HONRA DE CONVIDA-LOS PARA ASSISTIR A APRESENTAÇÃO DA MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO DO NOSSO DIRETOR DE FINANÇAS PAULO GOMES DE FREITAS, QUE SERÁ REALIZADA NESTA SEXTA-FEIRA DIA 20 DE DEZEMBRO ÀS 8:OO DA MANHÃ NA FACULDADE JOAQUIM NABUCO EM PAULISTA-PE. E TERÁ COMO TEMA: SERVIDOR PÚBLICO, UMA ANÁLISE FOCADA NO DIREITO DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA. 
NÓS QUE FAZEMOS A FAMÍLIA SISMAL, CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

LEI DO PISO DO PROFESSOR NÃO SERA ALTERADA










Reunião com a presidência da Câmara: Lei do Piso não será alterada em 2013 - http://is.gd/xnVqI2 #Assessoria













Reunião com a presidência da Câmara: Lei do Piso não será alterada em 2013 - http://is.gd/xnVqI2 ‪#‎Assessoria‬

domingo, 1 de dezembro de 2013

ABAIXO-ASSINADO PROFESSORES DO BRASIL CONTRA O PL 3776\08

ATENÇÃO PROFESSORAS(ES) A LEI DO PISO CORRE SÉRIOS RISCOS DE SER ALTERADA E O ÍNDICE DE REAJUSTE PASSARÁ A SER APENAS PELO INPC, OU SEJA 6%, AO CONTRÁRIO DOS 19% DA REGRA ATUAL, ISTO É UM ABSURDO!!!! ESTE ABAIXO ASSINADO ESTÁ SENDO COORDENA...Ver mais

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

20 DE NOVEMBRO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


Zumbi dos Palmares: um herói brasileiro

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Importância da Data
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 


terça-feira, 19 de novembro de 2013