quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

CONCURSOS ABERTOS

PERNAMBUCO  Inscrição até
ALEPE - Assembleia Legislativa do Estado

PE100 vagas até R$ 11.315,33
Agentes e Analistas Legislativo
Médio / Superior
24/02/2014
Prefeitura de Cachoeirinha

PE78 vagas até R$ 5500,00
Vários Cargos
Fundamental / Médio / Superior
27/02/2014
Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes

PE100 vagas até R$ 1300,16
Guarda Municipal
Ensino Médio
20/02 a
08/04/2014
Secretaria da Criança e da Juventude

PE36 vagas até R$ 3000,00
Vários Cargos
Técnico / Superior
14/02/2014
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco

PE39 vagas até R$ 8049,77
Professores
Superior
05/03/2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

INAUGURAÇÃO DA ESCOLA VALDECI DAMAZIO

Sismal Sindicato dos Servidores Municipais de Abreu e Lima PE ESTEVE PRESENTE NA NOITE DE ONTEM 03 DE FEVEREIRO DE 2014, AO EVENTO DE INAUGURAÇÃO DA ESCOLA VALDECI DAMAZIO. SITUADA NA AVENIDA D BAIRRO DE CAETÉS I ABREU E LIMA.
                                                                                                              
                                                 

                                                                                                             

                                                                                                                                                                                                                              
                                                                                      

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

HISTÓRIA DA COLONIZAÇÃO DO BRASIL


Foto: 31 DE JANEIRO, DIA DA COLONIZAÇÃO DO BRASIL

Descobrimento e Colonização (1500 – 1808)
Em março de 1500, o navegador português Pedro Álvares Cabral, supostamente perdido no caminho para as Índias Orientais, avistou terra. O Brasil então foi descoberto no dia 22 de abril, e Cabral aportou próximo do que hoje é a cidade de Porto Seguro, na Bahia. O escriba Pero Vaz de Caminha narrou a chegada às terras brasileiras em uma carta. Descreveu o encontro com cerca de 20 homens, castanhos de pele, todos nus, carregando arcos e flechas nas mãos. Estima-se que nossa população indígena nesta época era de aproximadamente oito milhões de pessoas.

Desde a descoberta até a colonização do Brasil, muitos anos se passaram. As três primeiras décadas pós-descoberta foram destinadas principalmente à exploração do pau-brasil, cuja madeira era utilizada para a extração de um pigmento de tinturaria. Foi essa árvore que deu origem ao nome Brasil. Eram os indígenas que forneciam a mão-de-obra para derrubar, descascar e transportar os troncos.

Somente em 1531 os primeiros colonos portugueses chegaram ao território. O rei de Portugal anunciou o povoamento do Brasil por meio da criação das capitanias hereditárias. A área foi dividida em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donatários.
O rei praticamente abria mão de sua soberania e conferia aos donatários grandes poderes. Cabia a eles a responsabilidade de povoar e desenvolver a terra às próprias custas. Mas, devido ao tamanho da obrigação e à falta de recursos, a maioria fracassou. No final, das 14 capitanias, apenas Pernambuco teve êxito, além do sucesso temporário de São Vicente. As demais capitanias acabaram, e alguns dos donatários não só perderam seus bens como também a própria vida. Fracassado o projeto, em 1549 a Coroa portuguesa fez a segunda tentativa para controlar o território. Criou o I Governo Geral, nomeando Tomé de Souza governador, e transformou Salvador na primeira capital brasileira.

Desde o início da colonização e durante os séculos seguintes existiram grandes conflitos entre os portugueses, os indígenas e seu modo de vida. Tomé de Souza se aliou aos tupis e declarou guerra às outras etnias, escravizando os vencidos. Foi uma luta cultural e territorial. Os aventureiros bandeirantes que exploravam o interior do Brasil venceram muitos índios, e tribos inteiras foram mortas. Aqueles que escaparam inúmeras vezes acabaram atingidos por doenças provenientes da Europa, às quais não tinham resistência natural. Outros trabalharam até a morte. Já os jesuítas tinham como missão proteger fisicamente os índios dos bandeirantes, mas foram responsáveis pela destruição cultural deste povo, desrespeitando suas tradições. Criaram as chamadas missões, onde catequizavam os índios com a religião europeia e proibiam seus costumes naturais.

Duarte da Costa foi o segundo governador-geral do Brasil e consolidou o projeto de colonização, introduzindo a produção do açúcar. O produto era cobiçado por todo mercado europeu e utilizado para fins medicinais e alimentícios. No entanto, com o crescimento das plantações de cana de açúcar, o tráfico de escravos se acentuou.
Os escravos foram trazidos principalmente da África, de regiões da Angola, Moçambique, Sudão e Congo. Eram obrigados a trabalhar muitas horas por dia, não tinham boas condições de habitação e sofriam com doenças e exploração sexual. As relações sexuais entre mestres e escravos eram comuns, surgindo, assim, uma grande população mestiça. Com o tempo, muitos escravos fugiram para formar quilombos, essas comunidades de escravos rapidamente se espalharam por todo o campo. A mais famosa foi a República de Palmares, que sobreviveu por boa parte do século XVII e tornou-se o lar de cerca de 20 mil pessoas.

As riquezas naturais do Brasil atraíram também os holandeses, franceses e ingleses. Em 1555 colonos franceses desembarcaram em uma pequena ilha no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, e tentaram incorporar partes de terra a seus domínios. Alguns anos mais tarde, Mem de Sá, terceiro governador-geral, expulsou os franceses, que tinham ocupado o Maranhão e o Rio de Janeiro.

A anexação da Coroa portuguesa à espanhola, chamada União Ibérica, trouxe grandes prejuízos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, transformou-se em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro. Os holandeses tinham como objetivo tomar o Nordeste. Conquistaram Salvador em 1624, mas logo foram expulsos. Fundaram a Companhia das Índias Ocidentais e promoveram novos ataques e ocupações. Em 1630 conquistaram Olinda e Recife, que se tornou a capital da Nova Holanda. Então, os portugueses iniciaram uma guerra, retomaram Recife e, em 1661, os holandeses abriram mão de sua colônia no Brasil.

Novamente com todo o território sob seu controle, Portugal fez do Brasil um vice-reino e deu início à exploração do interior. Os bandeirantes que começaram como caçadores de escravos descobriram grandes minas de ouro em Minas Gerais em 1693, e de diamantes em 1721.

O ouro provocou uma enorme mudança no Brasil. Estima-se que um terço dos dois milhões de escravos trazidos para o território no século XVIII foi enviado a garimpos. Os recém-chegados se juntaram a uma população de colonos que também migrou para as jazidas. O Brasil do início deste século virou o maior produtor de ouro do mundo, riqueza que ajudou a construir cidades históricas como Ouro Preto, em Minas Gerais. Porém, o auge do ouro não durou muito. Em 1750 as regiões mineiras estavam em declínio, e começou o regresso da população à costa brasileira. Muitos dos caçadores de ouro foram então para o Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri com o objetivo de solucionar os conflitos nas “fronteiras de guerra” com o mundo hispânico. Devido ao tratado, a Coroa portuguesa entregou à espanhola as terras da margem ocidental do Rio da Prata e recebeu em troca a região Amazônica, além de Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul.

Para reestruturar a colônia, Marques de Pombal, secretário de Estado do reino, priorizou algumas ações para a centralização do poder. Promoveu a urbanização e o controle das fronteiras, estimulou a agricultura e, em 1762, transferiu a capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, o que proporcionava um maior controle das rotas comerciais. Mas em 1785 a então rainha de Portugal, D. Maria, afastou Pombal e proibiu qualquer tipo de indústria no Brasil.

Assim, em 1789 começaram a crescer os apelos pela Independência do Brasil. Tiradentes e outros 11 conspiradores indignados criaram a Inconfidência Mineira. Todos os 12 foram presos, e Tiradentes foi enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro em 1792. Sua cabeça ficou exposta em Ouro Preto e sua casa foi destruída. Tornou-se um símbolo nacional de resistência e, mais tarde, teve um museu construído em sua homenagem em Ouro Preto.
Descobrimento e Colonização (1500 – 1808)
Em março de 1500, o navegador português Pedro Álvares Cabral, supostamente perdido no caminho para as Índias Orientais, avistou terra. O Brasil então foidescoberto no dia 22 de abril, e Cabral aportou próximo do que hoje é a cidade de Porto Seguro, na Bahia. O escriba Pero Vaz de Caminha narrou a chegada às terras brasileiras em uma carta. Descreveu o encontro com cerca de 20 homens, castanhos de pele, todos nus, carregando arcos e flechas nas mãos. Estima-se que nossa população indígena nesta época era de aproximadamente oito milhões de pessoas.

Desde a descoberta até a colonização do Brasil, muitos anos se passaram. As três primeiras décadas pós-descoberta foram destinadas principalmente à exploração do pau-brasil, cuja madeira era utilizada para a extração de um pigmento de tinturaria. Foi essa árvore que deu origem ao nome Brasil. Eram os indígenas que forneciam a mão-de-obra para derrubar, descascar e transportar os troncos.

Somente em 1531 os primeiros colonos portugueses chegaram ao território. O rei de Portugal anunciou o povoamento do Brasil por meio da criação das capitanias hereditárias. A área foi dividida em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donatários.
O rei praticamente abria mão de sua soberania e conferia aos donatários grandes poderes. Cabia a eles a responsabilidade de povoar e desenvolver a terra às próprias custas. Mas, devido ao tamanho da obrigação e à falta de recursos, a maioria fracassou. No final, das 14 capitanias, apenas Pernambuco teve êxito, além do sucesso temporário de São Vicente. As demais capitanias acabaram, e alguns dos donatários não só perderam seus bens como também a própria vida. Fracassado o projeto, em 1549 a Coroa portuguesa fez a segunda tentativa para controlar o território. Criou o I Governo Geral, nomeando Tomé de Souza governador, e transformou Salvador na primeira capital brasileira.

Desde o início da colonização e durante os séculos seguintes existiram grandes conflitos entre os portugueses, os indígenas e seu modo de vida. Tomé de Souza se aliou aos tupis e declarou guerra às outras etnias, escravizando os vencidos. Foi uma luta cultural e territorial. Os aventureiros bandeirantes que exploravam o interior do Brasil venceram muitos índios, e tribos inteiras foram mortas. Aqueles que escaparam inúmeras vezes acabaram atingidos por doenças provenientes da Europa, às quais não tinham resistência natural. Outros trabalharam até a morte. Já os jesuítas tinham como missão proteger fisicamente os índios dos bandeirantes, mas foram responsáveis pela destruição cultural deste povo, desrespeitando suas tradições. Criaram as chamadas missões, onde catequizavam os índios com a religião europeia e proibiam seus costumes naturais.

Duarte da Costa foi o segundo governador-geral do Brasil e consolidou o projeto de colonização, introduzindo a produção do açúcar. O produto era cobiçado por todo mercado europeu e utilizado para fins medicinais e alimentícios. No entanto, com o crescimento das plantações de cana de açúcar, o tráfico de escravos se acentuou.
Os escravos foram trazidos principalmente da África, de regiões da Angola, Moçambique, Sudão e Congo. Eram obrigados a trabalhar muitas horas por dia, não tinham boas condições de habitação e sofriam com doenças e exploração sexual. As relações sexuais entre mestres e escravos eram comuns, surgindo, assim, uma grande população mestiça. Com o tempo, muitos escravos fugiram para formar quilombos, essas comunidades de escravos rapidamente se espalharam por todo o campo. A mais famosa foi a República de Palmares, que sobreviveu por boa parte do século XVII e tornou-se o lar de cerca de 20 mil pessoas.

As riquezas naturais do Brasil atraíram também os holandeses, franceses e ingleses. Em 1555 colonos franceses desembarcaram em uma pequena ilha no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, e tentaram incorporar partes de terra a seus domínios. Alguns anos mais tarde, Mem de Sá, terceiro governador-geral, expulsou os franceses, que tinham ocupado o Maranhão e o Rio de Janeiro.

A anexação da Coroa portuguesa à espanhola, chamada União Ibérica, trouxe grandes prejuízos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, transformou-se em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro. Os holandeses tinham como objetivo tomar o Nordeste. Conquistaram Salvador em 1624, mas logo foram expulsos. Fundaram a Companhia das Índias Ocidentais e promoveram novos ataques e ocupações. Em 1630 conquistaram Olinda e Recife, que se tornou a capital da Nova Holanda. Então, os portugueses iniciaram uma guerra, retomaram Recife e, em 1661, os holandeses abriram mão de sua colônia no Brasil.

Novamente com todo o território sob seu controle, Portugal fez do Brasil um vice-reino e deu início à exploração do interior. Os bandeirantes que começaram como caçadores de escravos descobriram grandes minas de ouro em Minas Gerais em 1693, e de diamantes em 1721.

O ouro provocou uma enorme mudança no Brasil. Estima-se que um terço dos dois milhões de escravos trazidos para o território no século XVIII foi enviado a garimpos. Os recém-chegados se juntaram a uma população de colonos que também migrou para as jazidas. O Brasil do início deste século virou o maior produtor de ouro do mundo, riqueza que ajudou a construir cidades históricas como Ouro Preto, em Minas Gerais. Porém, o auge do ouro não durou muito. Em 1750 as regiões mineiras estavam em declínio, e começou o regresso da população à costa brasileira. Muitos dos caçadores de ouro foram então para o Rio de Janeiro.

Neste mesmo ano Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri com o objetivo de solucionar os conflitos nas “fronteiras de guerra” com o mundo hispânico. Devido ao tratado, a Coroa portuguesa entregou à espanhola as terras da margem ocidental do Rio da Prata e recebeu em troca a região Amazônica, além de Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul.

Para reestruturar a colônia, Marques de Pombal, secretário de Estado do reino, priorizou algumas ações para a centralização do poder. Promoveu a urbanização e o controle das fronteiras, estimulou a agricultura e, em 1762, transferiu a capital do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, o que proporcionava um maior controle das rotas comerciais. Mas em 1785 a então rainha de Portugal, D. Maria, afastou Pombal e proibiu qualquer tipo de indústria no Brasil.

Assim, em 1789 começaram a crescer os apelos pela Independência do Brasil. Tiradentes e outros 11 conspiradores indignados criaram a Inconfidência Mineira. Todos os 12 foram presos, e Tiradentes foi enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro em 1792. Sua cabeça ficou exposta em Ouro Preto e sua casa foi destruída. Tornou-se um símbolo nacional de resistência e, mais tarde, teve um museu construído em sua homenagem em Ouro Preto.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CIDADÃO, FAÇA SUA PARTE


Foto: Cartilha da Câmara facilita acesso à informação pelo cidadão

Agência Câmara

Fiscalizar o uso dos recursos públicos na cidade, no estado ou mesmo em nível nacional pode parecer, em princípio, tarefa espinhosa. Mas uma cartilha recém-lançada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados pretende facilitar o acesso à informação pelo cidadão.

A publicação, intitulada “Cartilha de Fiscalização Financeira e Controle: um Manual de Exercício da Cidadania”, indica, por exemplo, quais são os possíveis sinais de má utilização do dinheiro público, como: o enriquecimento muito rápido de gestores públicos; a queda repentina da qualidade de serviços de saúde, educação ou coleta de lixo; e as licitações públicas vencidas sempre pelas mesmas empresas. 
A cartilha orienta, ainda, que as irregularidades mais comuns na execução de obras, na compra de materiais e na contratação de serviços são: sobrepreço, superfaturamento, notas emitidas por empresas fantasmas, descumprimento de convênios e licitação dirigida.

Sites sobre transparência
A publicação lista os endereços na internet onde buscar informações sobre contratos, convênios e transferências da União para estados e municípios. E lembra que, pela Lei de Acesso à Informação (12.527/11), todo órgão público é obrigado a prestar informações a qualquer pessoa interessada. O servidor público que não prestar, sem justificativa, os dados solicitados poderá sofrer sanções administrativas e até ser processado por improbidade.

O presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, deputado Edinho Bez (PMDB-SC), destaca que a publicação também mostra aos cidadãos os caminhos para denunciar irregularidades no uso do dinheiro público.

As denúncias podem ser feitas tanto aos tribunais de conta dos estados ou da União quanto ao Ministério Público, à Controladoria-Geral da União (CGU), aos ministérios, aos legislativos locais ou à própria Câmara dos Deputados. "Se o cidadão está desamparado, não sabe a quem recorrer. Se no seu município ele não encontrar espaço para isso, envia uma correspondência para a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que ele vai ter uma resposta."

Formalização de denúncias
O manual traz modelos de documentos que podem ser usados para formalizar denúncias a diferentes órgãos públicos. A cartilha está disponível na página eletrônica da comissão, no portal da Câmara, www.camara.leg.br.

CURTA A NOSSA FAN PAGE!!!!
https://www.facebook.com/movimentopaulistadeverdade

Cartilha da Câmara facilita acesso à informação pelo cidadão Agência Câmara Fiscalizar o uso dos recursos públicos na cidade, no estado ou mesmo em nível nacional pode parecer, em princípio, tarefa espinhosa. Mas uma cartilha recém-lançada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados pretende facilitar o acesso à informação pelo cidadão. A publicação, intitulada “Cartilha de Fiscalização Financeira e Controle: um Manual de Exercício da Cidadania”, indica, por exemplo, quais são os possíveis sinais de má utilização do dinheiro público, como: o enriquecimento muito rápido de gestores públicos; a queda repentina da qualidade de serviços de saúde, educação ou coleta de lixo; e as licitações públicas vencidas sempre pelas mesmas empresas. A cartilha orienta, ainda, que as irregularidades mais comuns na execução de obras, na compra de materiais e na contratação de serviços são: sobrepreço, superfaturamento, notas emitidas por empresas fantasmas, descumprimento de convênios e licitação dirigida. Sites sobre transparência A publicação lista os endereços na internet onde buscar informações sobre contratos, convênios e transferências da União para estados e municípios. E lembra que, pela Lei de Acesso à Informação (12.527/11), todo órgão público é obrigado a prestar informações a qualquer pessoa interessada. O servidor público que não prestar, sem justificativa, os dados solicitados poderá sofrer sanções administrativas e até ser processado por improbidade. O presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, deputado Edinho Bez (PMDB-SC), destaca que a publicação também mostra aos cidadãos os caminhos para denunciar irregularidades no uso do dinheiro público. As denúncias podem ser feitas tanto aos tribunais de conta dos estados ou da União quanto ao Ministério Público, à Controladoria-Geral da União (CGU), aos ministérios, aos legislativos locais ou à própria Câmara dos Deputados. "Se o cidadão está desamparado, não sabe a quem recorrer. Se no seu município ele não encontrar espaço para isso, envia uma correspondência para a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que ele vai ter uma resposta." Formalização de denúncias O manual traz modelos de documentos que podem ser usados para formalizar denúncias a diferentes órgãos públicos. A cartilha está disponível na página eletrônica da comissão, no portal da Câmara, www.camara.leg.br. CURTA A NOSSA FAN PAGE!!!!https://www.facebook.com/movimentopaulistadeverdade

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

21 DE JANEIRO DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


Segundo a Constituição brasileira, no Art. 5º, inciso VI - É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias ,e a aceitação dos diferentes tipos de religião existente no mundo e na sociedade.

O Código Penal Brasileiro, Art. 208 afirma: Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência

sábado, 18 de janeiro de 2014

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO 2014

JANEIRO-22
FEVEREIRO – 21
MARÇO – 21
ABRIL – 23
MAIO – 21
JUNHO– 20
JULHO – 23
AGOSTO – 22
SETEMBRO – 24
OUTUBRO– 22
NOVEMBRO – 21
13º - 10 DEZEMBRO
DEZEMBRO - 19

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

CONVITE

AOS AMIGOS E ADMIRADORES DO Sismal Sindicato dos Servidores Municipais de Abreu e Lima PE, É COM MUITA SATISFAÇÃO, QUE TEMOS A HONRA DE CONVIDA-LOS PARA ASSISTIR A APRESENTAÇÃO DA MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO DO NOSSO DIRETOR DE FINANÇAS PAULO GOMES DE FREITAS, QUE SERÁ REALIZADA NESTA SEXTA-FEIRA DIA 20 DE DEZEMBRO ÀS 8:OO DA MANHÃ NA FACULDADE JOAQUIM NABUCO EM PAULISTA-PE. E TERÁ COMO TEMA: SERVIDOR PÚBLICO, UMA ANÁLISE FOCADA NO DIREITO DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA. 
NÓS QUE FAZEMOS A FAMÍLIA SISMAL, CONTAMOS COM A SUA PRESENÇA!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

LEI DO PISO DO PROFESSOR NÃO SERA ALTERADA










Reunião com a presidência da Câmara: Lei do Piso não será alterada em 2013 - http://is.gd/xnVqI2 #Assessoria













Reunião com a presidência da Câmara: Lei do Piso não será alterada em 2013 - http://is.gd/xnVqI2 ‪#‎Assessoria‬

domingo, 1 de dezembro de 2013

ABAIXO-ASSINADO PROFESSORES DO BRASIL CONTRA O PL 3776\08

ATENÇÃO PROFESSORAS(ES) A LEI DO PISO CORRE SÉRIOS RISCOS DE SER ALTERADA E O ÍNDICE DE REAJUSTE PASSARÁ A SER APENAS PELO INPC, OU SEJA 6%, AO CONTRÁRIO DOS 19% DA REGRA ATUAL, ISTO É UM ABSURDO!!!! ESTE ABAIXO ASSINADO ESTÁ SENDO COORDENA...Ver mais

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

20 DE NOVEMBRO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


Zumbi dos Palmares: um herói brasileiro

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Importância da Data
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 


terça-feira, 19 de novembro de 2013

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

RESULTADO DO PROBATÓRIO DO CONCURSO DE 2008


ESTADO DE PERNAMBUCO
MUNICÍPIO DE ABREU E LIMA

GABINETE DO PREFEITO
PUBLICAÇÃO DE PORTARIA

Portaria n° 1095/2013

O Prefeito Constitucional do Município de Abreu e Lima, do Estado de Pernambuco, no uso de suas atribuições legais:

CONSIDERANDO o disposto no artigo 41, parágrafo 4° da Constituição Federal,
CONSIDERANDO o artigo 39 da Lei Municipal n° 598/2007 cumulado com Decretos n° 59/2012 e 60/2012,

RESOLVE HOMOLOGAR o resultado da avaliação do estágio probatório dos servidores ocupantes dos cargos de provimento efetivo que foram considerados aptos ao desempenho das funções públicas e, por conseguinte, adquiriram estabilidade funcional:


ACESSE O LINK ABAIXO E VISUALIZE 
A RELAÇÃO DOS APTOS.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

CONCURSOS ABERTOS

IPEM - Instituto de Pesos e Medidas

PE50 vagas até R$ 1956,67
Vários Cargos
Fundamental / Médio / Superior
09/12/2013
UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco

PE37 vagas até R$ 8049,77
Professores
Superior
11/11 a
10/12/2013
Prefeitura do Recife

PE2 vagas até R$ 9090,02
Procurador Judicial
Superior
22/11/2013

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

31 DE OUTUBRO DIA DA CONSCIÊNCIA EVANGÉLICA

QUAL DENTRE VÓS É O HOMEM QUE, SE PORVENTURA O FILHO LHE PEDIR PÃO, LHE DARÁ PEDRA? OU, SE LHE PEDIR PEIXE, LHE DARÁ UMA COBRA? ORA, SE VÓS QUE SOIS MAUS, SABEIS DAR BOAS DÁDIVAS AOS VOSSOS FILHOS, QUANTO MAIS VOSSO PAI, QUE ESTÁ NOS CÉUS, DARÁ BOAS COISAS AOS QUE LHE PEDIREM? TUDO QUANTO, POIS QUEREIS QUE OS HOMENS VOS FAÇAM, ASSIM FAZEI-O VÓS TAMBÉM A ELES; PORQUE ESTA É A LEI E OS PROFETAS. (Mateus 7 versículo do 9 ao 12). FELIZ DIA DA CONSCIÊNCIA EVANGÉLICA A TODOS!

   

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

25 DE OUTUBRO DE 2013 ASSEMBLEIA DOS SERVIDORES, ACS E ENDEMIAS







quarta-feira, 23 de outubro de 2013

23 DE OUTUBRO DE 2013 ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES

HORÁRIO DA NOITE



23 DE OUTUBRO DE 2013 ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES


HORÁRIO DA TARDE






23 DE OUTUBRO DE 2013 ASSEMBLEIA DOS PROFESSORES


HORÁRIO DA MANHÃ








sábado, 19 de outubro de 2013

ASSEMBLEIAS GERAIS 23 e 25 DE OUTUBRO

                                                                                                              

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

HOMENAGEM AO DIA DO PROFESSOR!

O SISMAL – Sindicato dos Servidores Municipais de Abreu e Lima- PE, neste dia vem prestar uma merecida homenagem a um quinteto de professoras da rede municipal de Abreu e Lima, estendendo a todos os professores do País. Começaremos relatando o despertar do desejo profissional, pelo qual foram todas contagiadas, desde a infância, pelos incentivos de sua mãe D. Eurides Ferreira, que como não teve a oportunidade de se formar professora, pode sentir a realização de seu próprio sonho, nas formaturas de cada uma de suas filhas.
Estamos falando de nossas servidoras: Cleide, Célia, Kátia, Cristina e Glória. Cinco irmãs, todas professoras, com dedicação exclusiva ao nosso município, formadas em magistério, graduadas em pedagogia e pós-graduadas em psicopedagogia. A maior parte da vida escolar delas foi concluída na rede pública. Cleide, por ser a primeira das cinco filhas, estudou também na Academia Stª. Gertrudes em Olinda – PE, Já a graduação e a pós-graduação foram em instituição particular. Além do incentivo da mãe Dona Eurides, uma pessoa muito especial que contribuiu na realização desse sonho, é lembrada por Cleide com muito carinho: “A professora Maria Vieira Muliterno, carinhosamente chamada de Dona Elza”.

As professoras Cleide e Célia fazem parte do inicio da historia da emancipação Politica do município de Abreu e Lima, onde antes era distrito de Paulista - PE. As duas são veteranas no município e já lecionam há trinta anos. Com esforço e dedicação, elas doaram parte de sua juventude para o crescimento e desenvolvimento educacional desse município e fizeram parte do corpo de gestores e supervisores na gestão do prefeito Hernando de Barros Siqueira (1993 – 1996), uma vida inteira de dedicação à causa da educação. Ambas, aguardam ansiosamente pela criação da previdência própria para poderem ser aposentadas, visto que já ultrapassaram seu tempo de contribuição. Foram muitos os abreulimenses que por elas passaram e hoje são figuras ilustres no cenário da educação do município. A professora Célia destaca entre eles: Isaias Júlio de Oliveira, atual gestor da Escola General Abreu e Lima e a professora Ivanice Emídia, professora municipal efetiva, que atualmente participa do grupo que coordena a Educação Especial deste município. Para ela, é um orgulho poder ver seus ex-alunos dando continuidade ao seu trabalho, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento educacional do município.

Katia, Cristina e Glória, para alegria de sua Mãe e seguindo o exemplo de suas irmãs, foram aprovadas no 1º Concurso Público de Abreu e Lima (1993) para o cargo de professora, e há quase 20 anos dedicam-se com exclusividade à melhoria da educação e do crescimento intelectual da comunidade Abreulimense. Atualmente, elas trabalham no horário da manhã e estão lotadas nas escolas: Auta de Araújo (Célia e Gloria), Maria Vieira Muliterno (Cristina), CECOM Vanda Maria de Santana (Cleide) e CECOM Francisco Lopes Bezerra (Katia). Nossas servidoras comentam o orgulho de poder participar direta e indiretamente na formação da vida social e profissional de seus educandos, ajudando a formar cidadãos críticos e conscientes. 
 
          Todo esse legado, elas devem aos seus pais que com muito esforço e coragem construíram uma família sólida, com disciplina e base Cristã. Criaram oito filhos e os prepararam para a vida, dando-lhes oportunidade de escolha profissional.  O Sr. Teófilo (In Memoriam) foi operário da Companhia de Tecidos Paulista (CTP), onde conheceu a também operária, Dona Eurides, com quem casou e formou essa pródiga família. A família Ferreira, na figura do Sr. Teófilo, também contribuiu para o desenvolvimento do município, no final da década de 70, aceitando o convite do então prefeito da Cidade do Paulista - Ademir Cunha, para exercer o cargo de Subprefeito do Distrito de Abreu e Lima, até a emancipação política que ocorreu em 1982.

A Diretoria do SISMAL sente-se lisonjeada em prestar tão merecida homenagem a este quinteto de professoras, por sua escolha profissional mesmo em tempo de nenhuma valorização. Apesar dos avanços conquistados nos últimos anos, no nosso País, pela categoria dos professores. Ainda há muito caminho a percorrer para que enfim àqueles (as) que vierem a abraçar tão indispensável profissão, possam sentir a plenitude do labor de lecionar. E assim, parabenizamos todos os professores de Abreu e Lima e de todo o Brasil.

Feliz 15 de outubro!

“Contribuir com qualidade e crescer em conhecimento.”  Quinteto  Ferreira.